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No comércio exterior, onde as negociações envolvem prazos de pagamento que podem se estender por meses ou anos, um valor registrado hoje pode não representar a mesma realidade financeira no futuro. É aqui que entra o Ajuste a Valor Presente (AVP). Regulamentado pelo CPC 12, o AVP não é apenas uma formalidade contábil; é uma…
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Se você trabalha com comércio exterior, sabe que o câmbio é o sócio mais imprevisível da empresa. A provisão cambial é o mecanismo contábil que permite que a empresa reconheça as oscilações da moeda estrangeira em seus ativos e passivos antes mesmo do dinheiro efetivamente sair ou entrar no caixa. Em 2026, com a volatilidade…
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No balanço patrimonial de uma empresa que atua no comércio exterior, a conta de Ativo Circulante é onde pulsa a operação. Especificamente para as Mercadorias Importadas, essa conta não representa apenas o que você comprou, mas sim todo o investimento acumulado para trazer o produto do exterior até a sua prateleira. Registrar corretamente essas mercadorias…
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No comércio exterior, o Custo das Mercadorias Vendidas (CMV) é o indicador que separa as empresas que realmente lucram daquelas que apenas movimentam grandes volumes de dinheiro. Ele representa a soma de todos os custos incorridos para que um produto fosse adquirido (ou fabricado) e entregue, mas com um detalhe crucial: ele só é contabilizado…
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No universo contábil e tributário do comércio exterior, a escolha entre o Regime de Caixa e o Regime de Competência é uma das decisões mais estratégicas que um gestor pode tomar. Enquanto a competência olha para o momento em que o fato acontece (a emissão da NF ou o registro da DI), o Regime de…
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Se o comércio exterior é uma maratona, o Regime de Competência é o cronômetro oficial. No mundo dos negócios internacionais, onde um navio pode levar 45 dias para cruzar o oceano e o pagamento pode ocorrer meses após o embarque, saber quando registrar uma operação é a diferença entre um balanço saudável e uma peça…
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Se o ICMS na importação já exige atenção, o ICMS-ST (Substituição Tributária) eleva o nível de complexidade da operação. Nesse regime, o Estado “elege” um responsável para pagar o imposto por toda a cadeia de circulação da mercadoria, desde o desembaraço até a venda ao consumidor final. Na importação, o papel de “substituto tributário” recai…
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Se você importa mercadorias por via marítima, certamente já se deparou com a sigla AFRMM. O Adicional ao Frete para Renovação da Marinha Mercante é uma contribuição de intervenção no domínio econômico (CIDE) destinada a financiar o desenvolvimento da marinha mercante e da indústria naval brasileira. Não adianta fugir: para o importador, o AFRMM é…
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Se você trabalha com importação marítima no Brasil, com certeza já se deparou com a sigla AFRMM. Muitas vezes confundido com um imposto comum, o Adicional ao Frete para Renovação da Marinha Mercante é, na verdade, uma contribuição de intervenção no domínio econômico (CIDE). O seu objetivo é alimentar o Fundo da Marinha Mercante (FMM)…
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