O Que é Formação de Preço na Exportação

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A formação de preço na exportação é o processo de calcular o valor de venda de um produto para o mercado internacional, partindo do custo de fabricação e adicionando as despesas logísticas, tributárias e mercadológicas específicas do comércio exterior.

Diferente da precificação nacional, exportar exige que a empresa “desmonte” o preço interno (retirando impostos que não incidem na saída) e “monte” um preço internacional baseado no Incoterm negociado, garantindo competitividade e margem de lucro.


1. O Conceito de Desoneração Tributária

No Brasil, vigora o princípio de “não exportar impostos”. Por isso, o primeiro passo na formação de preço é subtrair os tributos que seriam pagos em uma venda interna, mas que são imunes ou isentos na exportação:

  • IPI, PIS e COFINS: São totalmente desonerados.
  • ICMS: Não incide sobre a saída de mercadorias para o exterior.
  • Créditos Tributários: A empresa pode manter os créditos de impostos pagos na compra de matérias-primas, o que reduz ainda mais o custo real do produto exportado.

2. A Estrutura do Preço por Incoterm

O preço de exportação não é fixo; ele varia conforme a responsabilidade que o exportador assume na logística.

  • Preço EXW (Ex Works): Apenas o custo do produto na fábrica + margem de lucro.
  • Preço FOB (Free on Board): Inclui EXW + embalagem de exportação + frete interno até o porto + despesas de despacho aduaneiro + taxas portuárias de embarque.
  • Preço CIF (Cost, Insurance and Freight): Inclui o FOB + frete internacional + seguro de carga.

3. Custos Específicos da Exportação

Além da logística, o gestor deve considerar:

  • Despesas Bancárias: Taxas de fechamento de câmbio e transferências internacionais.
  • Comissões de Agentes: Caso haja um representante comercial no exterior.
  • Certificações: Custos para emissão de Certificados de Origem, Fitossanitários ou inspeções de qualidade exigidas pelo comprador.

4. O Inglês Técnico na Negociação de Preços

Na formação de preço, a precisão terminológica em inglês evita prejuízos. Termos como “Mark-up”, “Landed Cost”, “Currency Fluctuation” e “Break-even point” são fundamentais para discutir margens com o setor financeiro ou com o cliente.

Dessa forma, o exportador que domina o inglês técnico consegue explicar de forma clara para o comprador internacional o porquê de cada custo no “Price Breakdown”. Consequentemente, a transparência técnica gera confiança e facilita o fechamento de contratos de longo prazo.


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