O valor de pensão para 1 filho não é fixado automaticamente em 30% do salário do pai. A legislação brasileira não estabelece uma porcentagem única para todos os casos. A pensão alimentícia deve ser calculada considerando principalmente as necessidades da criança, a capacidade financeira de quem paga e a proporcionalidade da contribuição dos dois pais. O Superior Tribunal de Justiça (STJ) aplica esses critérios na análise dos alimentos.
Portanto, para um filho, a Justiça pode determinar 20%, 25%, 30% ou outro percentual dos rendimentos, assim como pode estabelecer um valor fixo ou utilizar o salário mínimo como referência em determinadas situações.
A conhecida afirmação de que “pensão é sempre 30%” é um mito.
Qual é o valor da pensão para 1 filho?
Não existe uma tabela oficial determinando quanto um pai ou uma mãe deve pagar de pensão alimentícia para um filho.
O artigo 1.694 do Código Civil estabelece como referência a proporção entre as necessidades de quem recebe os alimentos e os recursos de quem deve pagá-los. A jurisprudência também considera a proporcionalidade para chegar a um valor equilibrado.
Na prática, isso significa analisar questões como:
- renda do pai;
- renda da mãe;
- alimentação da criança;
- moradia;
- escola e material escolar;
- plano de saúde;
- medicamentos e tratamentos;
- roupas e higiene;
- transporte;
- lazer;
- outras necessidades específicas do filho.
Por isso, duas pessoas que recebem exatamente o mesmo salário podem pagar valores diferentes de pensão.
Pensão para 1 filho é 30% do salário?
Não necessariamente.
Não existe uma lei determinando que a pensão alimentícia para um filho seja obrigatoriamente de 30%.
O percentual de 30% aparece com frequência em acordos e processos, o que ajudou a popularizar essa ideia. Entretanto, ele não funciona como uma regra geral.
Em julgamento de 2026, por exemplo, o STJ analisou uma pensão fixada em 30% dos rendimentos líquidos e ressaltou que o valor dos alimentos precisa observar necessidade, possibilidade e proporcionalidade.
Em outro julgamento de 2026, a Corte manteve pensão de 20% do salário mínimo e afirmou expressamente que o magistrado não fica vinculado ao percentual de 30% solicitado na ação.
Portanto, 30% pode ser adequado em determinado processo e inadequado em outro.
Quanto é 30% do salário para um filho?
Se o acordo ou decisão judicial estabelecer pensão de 30% da renda considerada, é possível fazer uma conta simples.
| Renda considerada | Pensão de 30% |
|---|---|
| R$ 1.621 | R$ 486,30 |
| R$ 2.000 | R$ 600 |
| R$ 2.500 | R$ 750 |
| R$ 3.000 | R$ 900 |
| R$ 4.000 | R$ 1.200 |
| R$ 5.000 | R$ 1.500 |
| R$ 6.000 | R$ 1.800 |
| R$ 8.000 | R$ 2.400 |
| R$ 10.000 | R$ 3.000 |
Esses valores são apenas simulações matemáticas.
Eles não significam que essas sejam as pensões obrigatórias para cada faixa salarial.
O percentual efetivamente devido será aquele definido no acordo válido ou na decisão judicial.
Quem ganha R$ 2.000 paga quanto de pensão para 1 filho?
Não existe um valor automático.
Se fosse determinado 30% de uma base de R$ 2.000, por exemplo:
R$ 2.000 × 30% = R$ 600.
Se fossem 20%:
R$ 2.000 × 20% = R$ 400.
Com 25%:
R$ 2.000 × 25% = R$ 500.
Mas essas contas servem somente para demonstrar como funcionam os percentuais.
A Justiça pode estabelecer outro valor depois de analisar as necessidades da criança e a situação financeira dos pais.
Quem ganha R$ 3.000 paga quanto de pensão para um filho?
Em uma simulação:
20% de R$ 3.000 = R$ 600
25% de R$ 3.000 = R$ 750
30% de R$ 3.000 = R$ 900
35% de R$ 3.000 = R$ 1.050
Isso não significa que quem ganha R$ 3.000 tenha necessariamente que pagar R$ 900.
O percentual dependerá do caso.
Além disso, é fundamental verificar sobre qual valor o percentual determinado pela Justiça incide: salário bruto, rendimentos líquidos ou outra base especificada no título judicial.
Quem ganha R$ 5.000 paga quanto de pensão para 1 filho?
Utilizando novamente percentuais apenas como exemplos:
20% de R$ 5.000 = R$ 1.000
25% de R$ 5.000 = R$ 1.250
30% de R$ 5.000 = R$ 1.500
35% de R$ 5.000 = R$ 1.750
Não existe, porém, uma tabela determinando que alguém com renda de R$ 5.000 deva pagar determinada quantia.
Imagine duas crianças.
Uma frequenta escola pública e não possui despesas médicas significativas. Outra possui uma condição de saúde que exige medicamentos, terapias e plano de saúde.
Mesmo que os pais tenham rendas semelhantes, as necessidades das crianças podem justificar valores diferentes.
Quanto é a pensão de 1 filho sobre o salário mínimo?
Também não existe uma porcentagem obrigatória do salário mínimo.
Se o valor fosse estabelecido sobre o salário mínimo de R$ 1.621 em 2026, alguns exemplos seriam:
| Percentual | Valor |
|---|---|
| 10% | R$ 162,10 |
| 15% | R$ 243,15 |
| 20% | R$ 324,20 |
| 25% | R$ 405,25 |
| 30% | R$ 486,30 |
| 40% | R$ 648,40 |
| 50% | R$ 810,50 |
Mais uma vez, esses números são somente referências matemáticas.
Não existe regra dizendo que a pensão de um filho deve ser 30% do salário mínimo.
Existe valor mínimo de pensão para 1 filho?
Não existe um valor mínimo nacional único de pensão alimentícia por filho aplicável a todas as famílias.
A Justiça pode utilizar o salário mínimo como referência, especialmente quando não existe emprego formal ou rendimento facilmente comprovável.
Mas isso não significa que a lei tenha estabelecido, por exemplo, um mínimo obrigatório de 30% do salário mínimo.
Em agosto de 2026, o STJ analisou justamente um processo no qual a pensão havia sido fixada em 20% do salário mínimo. A parte pretendia 30%, mas a Corte ressaltou que o juiz deve considerar as circunstâncias concretas e não está obrigado a aplicar o percentual pedido.
Portanto, não há uma porcentagem mínima universal.
Existe valor máximo de pensão alimentícia?
Também não existe um teto geral de 30%.
Dependendo das necessidades da criança e da capacidade econômica dos responsáveis, o percentual pode ser superior.
Em outras situações, poderá ser inferior.
A própria jurisprudência do STJ mostra processos com percentuais diferentes, definidos de acordo com as provas e circunstâncias de cada família.
Assim, não é correto afirmar que:
“o máximo da pensão é 30%.”
A legislação não estabelece esse limite geral.
Como calcular o valor justo da pensão para um filho?
Uma maneira mais adequada de começar a estimativa é levantar as despesas reais da criança.
Por exemplo:
Alimentação: R$ 500
Parcela proporcional da moradia: R$ 400
Escola e material: R$ 700
Plano de saúde: R$ 300
Transporte: R$ 200
Roupas e higiene: R$ 200
Medicamentos e outras despesas: R$ 200
Nesse exemplo hipotético, o custo mensal seria de aproximadamente R$ 2.500.
Isso não significa que o pai automaticamente deverá pagar os R$ 2.500.
O próximo passo é analisar quanto cada genitor possui condições de contribuir.
A mãe também precisa pagar as despesas do filho?
Sim.
O dever de sustentar os filhos pertence aos dois pais, observadas as possibilidades financeiras de cada um.
O STJ já destacou que o artigo 1.703 do Código Civil estabelece que ambos devem contribuir para a manutenção dos filhos proporcionalmente aos seus recursos.
Isso também não significa que pai e mãe obrigatoriamente devam pagar exatamente 50% cada.
Imagine que o pai receba R$ 10 mil e a mãe R$ 2 mil.
Uma divisão rigorosamente igual das despesas poderia ser desproporcional à capacidade econômica de cada um.
Por outro lado, também é necessário considerar que o genitor com quem a criança mora normalmente assume diretamente diversas despesas e cuidados cotidianos.
A análise precisa observar a realidade da família.
A pensão deve cobrir somente comida?
Não.
O termo alimentos, no Direito de Família, possui sentido muito mais amplo do que alimentação.
A pensão pode contribuir para despesas relacionadas à manutenção e ao desenvolvimento da criança, como:
moradia;
alimentação;
educação;
saúde;
medicamentos;
transporte;
vestuário;
higiene;
lazer;
atividades escolares;
outras necessidades compatíveis com a realidade familiar.
Por isso, calcular a pensão considerando apenas quanto a criança gasta no supermercado tende a produzir uma estimativa incompleta.
Escola e plano de saúde estão incluídos na pensão?
Depende do acordo ou da decisão judicial.
Em alguns casos, a pensão é fixada exclusivamente em dinheiro e esse valor deve contribuir para todas as despesas ordinárias.
Em outros, o responsável pode pagar determinado percentual do salário e, adicionalmente, assumir diretamente despesas como:
plano de saúde;
mensalidade escolar;
medicamentos;
tratamentos;
material escolar.
Por isso, comparar somente o percentual entre duas famílias pode ser enganoso.
Uma pessoa pode pagar 20% do salário mais escola e plano de saúde, enquanto outra paga 30% sem assumir essas despesas diretamente.
O custo total das duas obrigações pode ser bastante diferente.
Pensão incide sobre salário bruto ou líquido?
Isso depende do que estiver estabelecido na decisão judicial ou no acordo.
É comum encontrar pensões definidas como percentual dos rendimentos líquidos, mas a composição dessa base precisa ser observada no título.
Em março de 2026, por exemplo, o STJ decidiu que determinadas verbas rescisórias de natureza indenizatória — como FGTS, aviso-prévio indenizado e multa rescisória — não integram a base de cálculo de pensão fixada sobre rendimentos líquidos.
Portanto, não se deve simplesmente pegar o salário bruto e aplicar um percentual sem verificar como a obrigação foi definida.
Pai desempregado paga pensão para um filho?
O desemprego não autoriza o responsável a simplesmente interromper o pagamento de uma pensão judicialmente estabelecida.
É comum que decisões prevejam uma forma de cálculo para quando existe emprego formal e outra para situações de desemprego ou trabalho informal.
Por exemplo:
“30% dos rendimentos líquidos quando empregado e determinado percentual do salário mínimo em caso de desemprego.”
Isso permite manter uma referência para o pagamento mesmo sem contracheque.
Se houver redução significativa e real da capacidade financeira, poderá ser necessário buscar judicialmente a revisão do valor.
O que não é recomendável é diminuir ou interromper unilateralmente uma pensão estabelecida judicialmente.
Autônomo paga quanto de pensão para um filho?
O trabalhador autônomo também possui obrigação de contribuir para o sustento do filho.
A dificuldade normalmente está em determinar sua renda.
Quando não existe contracheque, a pensão pode ser estabelecida em valor fixo ou utilizando o salário mínimo como referência, conforme as circunstâncias.
Além da renda formalmente declarada, provas sobre a situação econômica podem ser relevantes na ação.
A ausência de carteira assinada não significa ausência de capacidade financeira.
O pai pode pagar diretamente escola em vez de pensão?
Isso depende do acordo entre as partes ou da decisão judicial.
Se existe uma sentença determinando depósito mensal, o responsável não deve simplesmente decidir sozinho substituir o pagamento pelo custeio de escola, roupas ou compras para a criança.
Essas despesas podem não ser consideradas substitutas da obrigação estabelecida.
Caso os responsáveis desejem modificar a forma de pagamento, é importante formalizar adequadamente a mudança.
Quem paga pensão precisa pagar despesas extras?
Depende da decisão ou do acordo.
Alguns títulos estabelecem, além da pensão mensal, divisão de despesas extraordinárias, como:
tratamentos médicos não cobertos pelo plano;
medicamentos específicos;
material escolar;
atividades extraordinárias;
despesas odontológicas.
Também pode ser determinada divisão proporcional, e não necessariamente 50% para cada responsável.
O importante é verificar exatamente o que foi estabelecido.
Pensão para bebê é diferente?
O princípio utilizado para definir o valor continua sendo o mesmo: necessidade, possibilidade e proporcionalidade.
Porém, as despesas mudam conforme a idade.
Um bebê pode possuir gastos elevados com:
fraldas;
fórmula infantil;
medicamentos;
consultas;
roupas;
produtos de higiene;
creche.
Uma criança em idade escolar, por outro lado, pode possuir despesas maiores com educação, transporte, material e atividades extracurriculares.
Por isso, o valor adequado da pensão pode mudar ao longo do crescimento.
O valor da pensão pode aumentar?
Sim.
Se ocorrer mudança relevante nas necessidades do filho ou na capacidade financeira dos pais, o valor pode ser discutido judicialmente.
Por exemplo, podem surgir novas despesas médicas, escolares ou outras necessidades importantes.
Da mesma forma, alterações substanciais na situação econômica de quem paga podem ser relevantes.
Entretanto, o simples desejo de receber mais não garante automaticamente o aumento.
Em decisão de 2026 envolvendo pedido de majoração, o STJ destacou a importância de demonstrar alteração relevante nas necessidades ou possibilidades quando se pretende modificar obrigação anteriormente estabelecida.
O valor da pensão pode diminuir?
Também pode.
A pensão não é necessariamente imutável.
Se houver alteração significativa na capacidade financeira de quem paga ou em outros elementos utilizados para estabelecer a obrigação, pode ser possível pedir revisão.
Entretanto, a redução deve ser obtida pelas vias adequadas.
O responsável não deve simplesmente decidir:
“Antes eu pagava R$ 1.000, agora vou pagar R$ 500.”
Enquanto a decisão vigente não for modificada, o valor determinado continua exigível.
Se o pai tiver outro filho, a pensão diminui pela metade?
Não automaticamente.
O nascimento de outro filho pode integrar uma análise sobre a situação financeira familiar, mas isso não significa que a pensão anterior será simplesmente dividida por dois.
Os direitos dos filhos devem ser analisados com igualdade, embora o STJ admita excepcionalmente valores diferentes quando existirem necessidades distintas ou capacidades contributivas diferentes entre os respectivos genitores.
Portanto, não existe uma fórmula como:
“30% para um filho; depois que nasce outro, vira 15% para cada um.”
A Justiça deverá analisar a situação concreta.
Até que idade o filho recebe pensão?
A obrigação não termina automaticamente aos 18 anos.
Esse é outro mito bastante comum.
O STJ possui entendimento consolidado de que o cancelamento da pensão de filho que atingiu a maioridade depende de decisão judicial, mediante contraditório.
Esse entendimento está consolidado na Súmula 358 do STJ. A Corte também reafirma que a maioridade, sozinha, não é suficiente para desconstituir automaticamente a obrigação alimentar.
Portanto, o responsável não deve simplesmente parar de pagar no aniversário de 18 anos do filho.
Faculdade garante pensão até 24 anos?
Também não existe uma regra automática dizendo que toda pensão obrigatoriamente termina aos 24 anos.
A situação do filho maior precisa ser analisada.
Estudar em curso superior pode ser relevante para demonstrar a continuidade da necessidade, mas idade, condições pessoais, possibilidade de trabalhar e outras circunstâncias também podem ser consideradas.
O ponto principal é que o fim da obrigação não deve ser decidido unilateralmente pelo responsável que paga.
Como pedir pensão alimentícia para um filho?
Quando não existe acordo adequado entre os pais, a pensão pode ser solicitada judicialmente.
É recomendável reunir documentos que ajudem a demonstrar as necessidades da criança, como:
comprovantes escolares;
plano de saúde;
receitas e medicamentos;
tratamentos;
transporte;
atividades;
outras despesas relevantes.
Também são importantes informações que ajudem a identificar a capacidade financeira do responsável que deverá contribuir.
Quem não possui condições de contratar advogado particular pode verificar os critérios de atendimento da Defensoria Pública do estado onde reside.
Perguntas frequentes sobre o valor da pensão para 1 filho
Quanto é a pensão para um filho?
Não existe um valor único. A pensão deve ser definida conforme as necessidades do filho, as possibilidades financeiras dos pais e a proporcionalidade da contribuição.
Pensão de um filho é sempre 30%?
Não. A legislação não determina percentual obrigatório de 30%. Em 2026, o STJ analisou inclusive caso em que foi mantido percentual de 20%, apesar de terem sido pedidos 30%.
Quanto é 30% de R$ 2.000?
R$ 600.
Quanto é 30% de R$ 3.000?
R$ 900.
Quanto é 30% de R$ 5.000?
R$ 1.500.
Quanto é 30% do salário mínimo de R$ 1.621?
R$ 486,30.
Existe pensão mínima de 30% do salário mínimo?
Não existe uma regra nacional determinando que toda pensão seja de pelo menos 30% do salário mínimo.
O máximo da pensão é 30%?
Não. Também não existe uma regra geral estabelecendo 30% como teto.
Pai desempregado deixa de pagar pensão?
Não automaticamente. A perda do emprego não autoriza simplesmente interromper uma obrigação alimentar vigente.
A mãe também deve sustentar o filho?
Sim. Ambos os genitores devem contribuir conforme suas possibilidades.
A pensão acaba aos 18 anos?
Não automaticamente. O cancelamento após a maioridade depende de decisão judicial, conforme entendimento consolidado do STJ.
Conclusão
O valor de pensão para 1 filho não é automaticamente 30% do salário. Não existe uma porcentagem única prevista na legislação brasileira para todos os casos.
A Justiça considera principalmente necessidade, possibilidade e proporcionalidade. Isso significa avaliar quanto a criança efetivamente necessita, qual é a capacidade financeira de quem paga e como os dois genitores podem contribuir para seu sustento.
Os 30% podem ser utilizados em determinado acordo ou processo, mas também podem ser fixados 20%, 25%, 35% ou outro percentual. O STJ possui decisões envolvendo diferentes percentuais justamente porque o valor precisa ser adaptado às circunstâncias de cada família.
Por isso, para estimar uma pensão de maneira mais realista, o primeiro passo não deve ser simplesmente calcular 30% do salário. É melhor levantar as despesas mensais do filho — moradia, alimentação, saúde, educação, transporte, roupas e demais necessidades — e analisar a capacidade econômica de ambos os pais.
Assim, a pergunta correta não é apenas “qual a porcentagem da pensão para um filho?”, mas sim “qual valor é proporcional às necessidades dessa criança e às condições financeiras dos responsáveis?”.
Fontes oficiais consultadas
Superior Tribunal de Justiça (STJ) — jurisprudência sobre necessidade, possibilidade e proporcionalidade na fixação de alimentos.
Superior Tribunal de Justiça (STJ) — julgamento de 2026 sobre fixação da pensão em percentual diferente dos 30% requeridos.
Superior Tribunal de Justiça (STJ) — jurisprudência sobre a contribuição de ambos os genitores para a manutenção dos filhos.
Superior Tribunal de Justiça (STJ) — entendimento sobre maioridade e necessidade de decisão judicial para exoneração da pensão.
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