Sim, calúnia é crime no Brasil. A conduta está prevista no artigo 138 do Código Penal e consiste, em termos gerais, em atribuir falsamente a alguém um fato definido como crime. A pena prevista atualmente é de detenção de seis meses a dois anos e multa.
Isso significa que não basta simplesmente falar algo desagradável sobre outra pessoa para existir calúnia. Para caracterizar esse crime, é necessário observar os elementos previstos na legislação, especialmente a falsa atribuição de um fato criminoso.
A calúnia faz parte dos chamados crimes contra a honra, juntamente com a difamação e a injúria. Embora essas três expressões sejam frequentemente utilizadas como sinônimos no cotidiano, possuem significados jurídicos diferentes.
Neste artigo, você entenderá o que é calúnia, quando ela é crime, qual é a pena, quais são alguns exemplos e qual a diferença entre calúnia, difamação e injúria.
O que é calúnia?
A calúnia ocorre quando alguém atribui falsamente a outra pessoa um fato definido como crime.
O artigo 138 do Código Penal estabelece como núcleo da conduta caluniar alguém por meio dessa falsa imputação.
Imagine, por exemplo, que uma pessoa diga deliberadamente que determinado colega furtou dinheiro de uma empresa, embora saiba que isso não aconteceu.
Não se trata apenas de uma crítica.
Existe a atribuição de um fato específico que corresponde a uma conduta criminosa.
É justamente essa característica que diferencia a calúnia de outros crimes contra a honra.
Qual artigo diz que calúnia é crime?
A calúnia está prevista no artigo 138 do Código Penal brasileiro.
A legislação prevê pena de detenção de seis meses a dois anos e multa. O § 1º também alcança quem, sabendo que a imputação é falsa, a propala ou divulga.
Portanto, não é necessariamente apenas a pessoa que criou a acusação falsa que pode enfrentar consequências.
Em determinadas circunstâncias, quem conscientemente espalha uma imputação falsa também pode se enquadrar na previsão legal.
Qual é a pena para o crime de calúnia?
A pena prevista no artigo 138 é:
detenção de seis meses a dois anos e multa.
Entretanto, a análise da pena em um caso concreto não termina simplesmente na leitura do artigo 138.
O Código Penal possui circunstâncias que podem modificar a resposta penal.
O artigo 141, por exemplo, estabelece hipóteses de aumento de pena para crimes contra a honra. Entre elas estão determinadas situações relacionadas à vítima, à presença de várias pessoas e aos meios utilizados para facilitar a divulgação. A legislação também possui regra específica para crimes cometidos ou divulgados em redes sociais.
Por isso, a pena efetivamente aplicável depende das circunstâncias concretas.
Calúnia nas redes sociais é crime?
Sim. Uma conduta praticada pela internet pode configurar calúnia se estiverem presentes os elementos do crime.
Facebook, Instagram, WhatsApp, TikTok, X e outras plataformas não constituem ambientes nos quais as regras penais deixam de existir.
Além disso, o Código Penal estabelece atualmente que, quando os crimes contra a honra abrangidos pela regra são cometidos ou divulgados em quaisquer modalidades das redes sociais da internet, aplica-se em triplo a pena, conforme o § 2º do artigo 141.
Portanto, uma publicação em rede social pode produzir consequências jurídicas relevantes.
Cada caso, contudo, precisa ser analisado individualmente.
Compartilhar uma calúnia também pode ser crime?
Pode.
O § 1º do artigo 138 estabelece que incorre na mesma pena quem, sabendo falsa a imputação, a propala ou divulga.
A expressão “sabendo falsa” é particularmente importante.
Não é correto concluir que qualquer pessoa que compartilhe uma informação posteriormente considerada falsa automaticamente comete calúnia.
É necessário analisar os elementos jurídicos da conduta, inclusive o conhecimento sobre a falsidade.
Esse ponto ganha ainda mais importância com a facilidade de compartilhamento de informações pela internet.
Exemplo de calúnia
Imagine a seguinte situação:
Uma pessoa afirma publicamente que seu vizinho roubou determinado objeto de uma loja, embora saiba que isso não aconteceu.
Roubo é um crime previsto na legislação penal.
Nesse exemplo hipotético, existe uma acusação sobre um fato criminoso específico e a pessoa responsável pela afirmação sabe que a imputação é falsa.
A situação pode apresentar elementos relacionados ao crime de calúnia.
Entretanto, a caracterização jurídica definitiva depende das circunstâncias concretas e das provas existentes.
Acusar alguém de roubo é calúnia?
Pode ser, caso a acusação seja falsa e estejam presentes os demais elementos necessários à configuração do crime.
Dizer falsamente que determinada pessoa praticou um roubo é diferente de simplesmente chamá-la de uma expressão ofensiva.
Na primeira situação, existe a atribuição de um fato definido como crime.
Esse elemento é essencial para compreender a calúnia.
Também é importante diferenciar uma falsa acusação de uma comunicação legítima feita às autoridades diante de fatos e suspeitas reais. A análise jurídica depende do contexto, da forma como a informação foi apresentada e de outros elementos do caso.
Calúnia, difamação e injúria são a mesma coisa?
Não.
Os três são crimes contra a honra, mas possuem definições diferentes no Código Penal.
A maneira mais simples de começar a diferenciá-los é observar o conteúdo da ofensa.
Na calúnia, existe falsa imputação de fato definido como crime.
Na difamação, existe imputação de fato ofensivo à reputação.
Na injúria, a conduta consiste em ofender a dignidade ou o decoro da pessoa.
Essa distinção é fundamental porque nem toda ofensa configura calúnia.
O que é difamação?
A difamação está prevista no artigo 139 do Código Penal.
A lei define a conduta como difamar alguém imputando-lhe fato ofensivo à reputação. A pena prevista é de detenção de três meses a um ano e multa.
A diferença fundamental em relação à calúnia é que o fato ofensivo atribuído à pessoa não precisa ser definido como crime.
Imagine uma afirmação sobre determinada conduta capaz de prejudicar a reputação de alguém perante terceiros, mas que não corresponda necessariamente a um crime.
Dependendo das circunstâncias, a discussão jurídica pode estar relacionada à difamação, e não à calúnia.
O que é injúria?
A injúria está prevista no artigo 140 do Código Penal e está relacionada à ofensa à dignidade ou ao decoro da pessoa.
Aqui, a lógica é diferente.
Em vez de atribuir necessariamente um acontecimento criminoso ou um fato prejudicial à reputação, a conduta pode atingir diretamente características relacionadas à dignidade da vítima.
Por isso, xingamentos e determinados insultos podem ser analisados sob a perspectiva da injúria, dependendo do contexto.
Qual a diferença entre calúnia, difamação e injúria?
Uma forma didática de memorizar é observar o objeto da declaração.
Calúnia: atribuição falsa de um fato definido como crime.
Difamação: atribuição de fato ofensivo à reputação.
Injúria: ofensa à dignidade ou ao decoro.
Por exemplo, afirmar falsamente que “João praticou determinado furto” pode levantar uma discussão sobre calúnia.
Atribuir a João um comportamento ofensivo à sua reputação que não constitua crime pode se relacionar à difamação.
Já dirigir diretamente a João determinadas expressões destinadas a atingir sua dignidade pode envolver injúria.
São exemplos didáticos. A classificação de uma situação real depende de todos os elementos do caso.
Calúnia precisa ser uma acusação específica?
A definição legal exige a imputação falsa de um fato definido como crime.
Esse detalhe é muito importante.
Uma expressão genérica ofensiva não necessariamente caracteriza calúnia.
Existe diferença, por exemplo, entre simplesmente utilizar um xingamento e narrar falsamente uma situação concreta afirmando que determinada pessoa praticou um crime.
Essa distinção ajuda a separar calúnia de outras formas de ofensa à honra.
Calúnia contra pessoa morta é crime?
Sim.
O § 2º do artigo 138 estabelece expressamente que é punível a calúnia contra os mortos.
Essa é uma característica específica da calúnia e costuma aparecer em questões de concursos públicos e provas acadêmicas.
Portanto, não é correto afirmar que o crime de calúnia somente pode existir quando a pessoa caluniada está viva.
Falar a verdade é calúnia?
A própria definição do artigo 138 exige uma imputação falsa.
O Código Penal também disciplina a chamada exceção da verdade, permitindo a prova da verdade em determinadas circunstâncias e estabelecendo exceções específicas no § 3º do artigo 138.
Entretanto, isso não significa que divulgar qualquer informação verdadeira sobre alguém seja sempre juridicamente permitido.
Podem existir questões envolvendo privacidade, proteção de dados, responsabilidade civil, outros crimes e direitos fundamentais.
Portanto, a análise não deve ser resumida à ideia de que “se é verdade, posso publicar qualquer coisa”.
O que é exceção da verdade na calúnia?
A exceção da verdade é um mecanismo relacionado à possibilidade de demonstrar a veracidade do fato imputado.
No crime de calúnia, o Código Penal admite essa prova, mas estabelece exceções.
O § 3º do artigo 138 apresenta situações específicas nas quais a prova da verdade não é admitida.
O assunto possui detalhes processuais importantes e costuma aparecer em estudos de Direito Penal.
Para quem não é da área jurídica, o ponto central é compreender que a veracidade ou falsidade da imputação possui importância fundamental na caracterização da calúnia.
Calúnia por WhatsApp é crime?
Pode ser.
O meio utilizado não impede a caracterização da conduta.
Mensagens escritas, áudios, grupos e outras formas de comunicação podem servir como elementos de prova dependendo da situação.
Se uma pessoa utiliza um aplicativo para atribuir falsamente um crime a outra e estão presentes os demais requisitos legais, pode existir discussão sobre calúnia.
É importante preservar o conteúdo original quando houver necessidade de buscar orientação jurídica.
Calúnia em grupo de WhatsApp é mais grave?
A divulgação para várias pessoas pode ter relevância jurídica.
O Código Penal estabelece causas de aumento para determinadas situações, incluindo quando um crime contra a honra é cometido na presença de várias pessoas ou por meio que facilite sua divulgação. Também existe atualmente regra específica sobre crimes cometidos ou divulgados em redes sociais.
A aplicação dessas regras a uma situação concreta precisa ser analisada juridicamente.
Não é recomendável concluir automaticamente qual aumento será aplicado apenas porque uma mensagem foi enviada em determinado aplicativo.
Calúnia no trabalho é crime?
Pode ser.
As regras penais não deixam de existir dentro do ambiente profissional.
Se um colega atribui falsamente a outro um fato definido como crime, a situação pode apresentar elementos de calúnia.
Além das possíveis consequências penais, determinadas situações podem gerar repercussões trabalhistas e civis.
Por exemplo, uma acusação falsa divulgada dentro da empresa pode prejudicar a reputação profissional da pessoa.
Dependendo da gravidade e das circunstâncias, podem existir diferentes medidas jurídicas possíveis.
Calúnia pode gerar indenização?
Além da esfera criminal, uma ofensa à honra pode produzir consequências civis.
Dependendo da situação, a pessoa prejudicada pode discutir judicialmente eventual responsabilidade por danos causados.
Entretanto, uma indenização não é automática simplesmente porque alguém se sentiu ofendido.
É necessário analisar a conduta, o dano, as provas e os demais requisitos jurídicos aplicáveis.
Também é importante diferenciar a ação criminal de eventual demanda na esfera civil.
Qual a diferença entre calúnia e falsa acusação à polícia?
A situação pode se tornar juridicamente diferente quando alguém utiliza autoridades ou procedimentos oficiais.
O Código Penal possui, por exemplo, o crime de denunciação caluniosa, previsto no artigo 339.
Atualmente, esse dispositivo alcança situações em que alguém dá causa à instauração de determinados procedimentos contra uma pessoa, imputando-lhe crime, infração ético-disciplinar ou ato ímprobo de que sabe ser inocente. A pena prevista é significativamente superior à da calúnia.
Portanto, calúnia e denunciação caluniosa não são a mesma coisa.
Qual a diferença entre calúnia e denunciação caluniosa?
Na calúnia, o ponto central é a falsa imputação de um fato definido como crime.
Na denunciação caluniosa, existem elementos adicionais relacionados à provocação da instauração de investigação ou procedimento contra alguém que o agente sabe ser inocente.
Por isso, dizer falsamente para outras pessoas que alguém cometeu um crime e provocar deliberadamente uma investigação oficial contra uma pessoa sabidamente inocente são situações juridicamente distintas.
A classificação depende dos fatos concretos.
Comunicação falsa de crime também é diferente?
Sim.
O Código Penal também possui o crime de comunicação falsa de crime ou contravenção, previsto no artigo 340.
Esse dispositivo pune a conduta de provocar a ação da autoridade comunicando a ocorrência de crime ou contravenção que a pessoa sabe não ter ocorrido.
Perceba a diferença.
Na denunciação caluniosa existe uma imputação contra alguém sabidamente inocente nas circunstâncias previstas pela lei.
Na comunicação falsa, comunica-se uma ocorrência criminosa ou contravenção que se sabe não ter acontecido.
Essas distinções são importantes porque diferentes comportamentos podem resultar em diferentes enquadramentos penais.
Como provar uma calúnia?
A prova dependerá da forma como a suposta ofensa ocorreu.
Em situações digitais, podem existir mensagens, publicações, áudios, vídeos e outras informações relevantes.
Em conversas presenciais, testemunhas podem ter importância.
O contexto também é essencial.
Uma frase isolada pode não revelar tudo o que aconteceu antes ou depois.
Por isso, quem acredita ter sido vítima de calúnia deve evitar alterar arquivos ou apagar conversas que possam ser relevantes e buscar orientação jurídica sobre a maneira adequada de preservar e apresentar as provas.
Print de conversa serve como prova de calúnia?
Capturas de tela podem ser utilizadas como elementos probatórios, mas sua força e autenticidade podem ser discutidas dependendo do caso.
Um print isolado pode não mostrar toda a conversa ou pode gerar questionamentos sobre alterações.
Por isso, preservar a conversa original, arquivos, links, informações sobre a publicação e outros elementos pode ser importante.
Em determinadas situações, profissionais jurídicos podem recomendar formas adicionais de preservação da prova digital.
A estratégia adequada depende do caso concreto.
O que fazer se fui vítima de calúnia?
Primeiro, preserve as possíveis provas.
Evite responder impulsivamente com novas ofensas, pois isso pode ampliar o conflito.
Guarde mensagens, publicações, áudios e demais elementos relacionados ao ocorrido.
Depois, considere procurar um advogado ou a Defensoria Pública para analisar a situação.
A orientação profissional é especialmente importante porque crimes contra a honra possuem regras processuais e prazos que precisam ser observados.
Se existir risco imediato, ameaça ou outra situação de segurança, procure as autoridades competentes.
Posso processar alguém por calúnia?
Em determinadas circunstâncias, sim.
Mas é importante diferenciar “processar” em sentido genérico das medidas jurídicas específicas disponíveis.
Pode existir uma questão criminal relacionada ao crime contra a honra e, dependendo dos fatos, também pode existir discussão na esfera civil.
A medida adequada dependerá da situação, das provas, do momento em que a vítima tomou conhecimento dos fatos e de outros elementos jurídicos.
Por isso, uma avaliação individual é recomendável.
Posso ser preso por calúnia?
A calúnia possui pena criminal prevista no Código Penal, mas isso não significa que toda acusação ou condenação resulte automaticamente em prisão efetiva.
O resultado de um processo criminal depende de diversos fatores, incluindo circunstâncias do fato, regras processuais, pena aplicada e eventuais institutos jurídicos cabíveis.
Portanto, não é correto afirmar que “quem comete calúnia vai automaticamente para a cadeia”.
O correto é dizer que calúnia é crime e possui pena de detenção e multa prevista em lei.
Calúnia dá processo mesmo sem testemunha?
A ausência de testemunhas presenciais não significa automaticamente que seja impossível demonstrar o fato.
Atualmente, muitas situações deixam registros digitais.
Mensagens, publicações, gravações obtidas licitamente e outros elementos podem ter relevância, dependendo do caso.
Por outro lado, simplesmente fazer uma acusação sem qualquer elemento que a sustente pode dificultar a comprovação.
O conjunto probatório deve ser analisado de acordo com as circunstâncias.
Calúnia é crime contra a honra?
Sim.
O Código Penal coloca calúnia, difamação e injúria no capítulo dos crimes contra a honra.
A honra possui proteção jurídica porque está relacionada à dignidade e à reputação das pessoas.
A legislação, entretanto, diferencia as formas pelas quais essa honra pode ser atingida.
É por isso que identificar corretamente a conduta é fundamental antes de afirmar que determinada situação constitui calúnia.
Perguntas frequentes sobre calúnia
Calúnia é crime?
Sim. A calúnia é crime previsto no artigo 138 do Código Penal brasileiro.
Qual é a pena por calúnia?
A pena prevista é de detenção de seis meses a dois anos e multa. Existem situações previstas na legislação que podem aumentar a pena.
O que caracteriza calúnia?
A característica central é atribuir falsamente a alguém um fato definido como crime.
Espalhar uma calúnia é crime?
O Código Penal estabelece que incorre na mesma pena quem, sabendo falsa a imputação, a propala ou divulga.
Calúnia pela internet é crime?
Sim. A internet não impede a aplicação da legislação penal, e o Código Penal possui regra específica de aumento relacionada às redes sociais.
Chamar alguém de ladrão é calúnia?
Depende do contexto. Para existir calúnia, é necessário analisar se houve falsa imputação de um fato definido como crime e se os demais elementos jurídicos estão presentes.
Calúnia e difamação são iguais?
Não. Na calúnia há falsa imputação de fato definido como crime. A difamação envolve imputação de fato ofensivo à reputação.
Calúnia e injúria são iguais?
Não. A injúria está relacionada à ofensa à dignidade ou ao decoro, enquanto a calúnia envolve falsa imputação de um fato criminoso.
Calúnia contra morto é crime?
Sim. O Código Penal estabelece expressamente que é punível a calúnia contra os mortos.
Acusar falsamente alguém na polícia é calúnia?
Dependendo da conduta, podem existir outros crimes envolvidos, inclusive denunciação caluniosa. O enquadramento depende dos fatos.
Calúnia é crime: entenda antes de acusar ou compartilhar
Portanto, calúnia é crime no Brasil e está prevista no artigo 138 do Código Penal. Sua característica essencial é a falsa imputação a alguém de um fato definido como crime. A pena prevista é de detenção de seis meses a dois anos e multa.
Também é importante lembrar que quem sabe que a imputação é falsa e a divulga pode responder nos termos previstos pelo próprio artigo 138.
Nas redes sociais, o cuidado deve ser ainda maior. Compartilhar acusações sem verificar sua veracidade pode gerar consequências sérias, e a legislação prevê tratamento específico para crimes contra a honra cometidos ou divulgados por redes sociais.
Por fim, calúnia, difamação e injúria não são sinônimos. A correta classificação depende do conteúdo da manifestação e das circunstâncias em que ocorreu.
Em uma situação real, especialmente quando existem acusações públicas, exposição na internet ou possíveis consequências profissionais, é recomendável preservar as provas e buscar orientação jurídica para avaliar o caso concreto.
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