Quanto custa um divórcio no cartório? Não existe um preço único válido para todo o Brasil. O custo do divórcio extrajudicial depende principalmente do estado onde a escritura é realizada, da existência de bens para partilhar, dos emolumentos do cartório, dos honorários do advogado e de despesas adicionais, como certidões e averbações.
Por isso, um divórcio consensual simples, sem patrimônio para dividir, tende a custar menos do que um divórcio com imóvel, veículo, investimentos e outros bens. Além disso, as tabelas de emolumentos são definidas conforme as regras de cada estado.
O ponto mais importante é que o preço cobrado pelo cartório não representa necessariamente o custo total do divórcio. Mesmo no procedimento extrajudicial, a assistência de advogado ou defensor público é obrigatória.
Quanto custa um divórcio no cartório em 2026?
Não é correto apresentar um único valor nacional para o divórcio no cartório em 2026, porque os emolumentos variam conforme o estado e as características da escritura.
Como referência geral — e não como tabela de preços atual de todos os estados — publicação nacional da Anoreg apresentou custo de R$ 324 para escritura de divórcio em cartório em levantamento sobre atos extrajudiciais. Esse número, entretanto, não deve ser interpretado como o preço atual que qualquer casal pagará, pois tabelas estaduais e características do ato modificam o custo.
Na prática, o orçamento pode incluir:
- escritura pública de divórcio;
- honorários advocatícios;
- certidão de casamento atualizada;
- averbação do divórcio no Registro Civil;
- atos relacionados à transferência dos bens;
- eventuais tributos decorrentes da partilha;
- outras certidões exigidas no procedimento.
Portanto, para descobrir exatamente quanto custa se divorciar no cartório, é necessário consultar o Tabelionato de Notas escolhido e informar se haverá partilha de patrimônio.
Divórcio no cartório tem preço tabelado?
Os atos praticados pelos cartórios estão sujeitos a emolumentos definidos conforme a legislação aplicável.
A Resolução nº 35/2007 do Conselho Nacional de Justiça estabelece regras para os atos extrajudiciais relacionados a divórcio, inventário, partilha e outras situações. O CNJ determina que os emolumentos observem as regras da Lei nº 10.169/2000.
Isso significa que o tabelião não simplesmente escolhe livremente quanto deseja cobrar pela escritura.
Entretanto, as tabelas de emolumentos variam entre os estados.
Por isso, um divórcio realizado em São Paulo pode ter custo diferente de um procedimento equivalente realizado no Rio de Janeiro, Minas Gerais, Bahia, Paraná ou outro estado.
Além disso, a própria Resolução nº 35 determina que é livre a escolha do tabelião de notas para a realização dos atos abrangidos pela norma, não se aplicando as regras de competência territorial do Código de Processo Civil.
Quanto custa um divórcio amigável no cartório?
O divórcio amigável no cartório, também chamado de divórcio consensual extrajudicial, costuma ter estrutura mais simples porque não existe uma disputa judicial entre os cônjuges.
Ainda assim, o valor depende das características do caso.
Quando não existem bens para dividir, normalmente haverá menos atos e despesas relacionados ao patrimônio.
Quando existe partilha, o procedimento pode envolver custos adicionais.
Por exemplo, se o casal possui um imóvel, não basta considerar apenas o preço da escritura de divórcio. Depois dela, podem existir providências no Registro de Imóveis para atualizar a titularidade do patrimônio.
Portanto, duas pessoas que fazem divórcios no mesmo tabelionato podem pagar valores diferentes.
Quanto custa um divórcio no cartório sem bens?
O divórcio no cartório sem bens para partilhar tende a ser uma das modalidades extrajudiciais mais simples.
Nesse cenário, não existe patrimônio comum que precise ser transferido entre os ex-cônjuges dentro da escritura.
Ainda assim, podem existir despesas com a escritura, certidões, averbação e advogado.
O valor exato deve ser consultado no tabelionato porque depende da tabela estadual vigente.
Além disso, depois da escritura, é necessário providenciar a averbação do divórcio no registro do casamento. O CNJ explica que a escritura pública constitui instrumento hábil para essa averbação.
[Veja também: divórcio amigável]
Quanto custa um divórcio no cartório com bens?
Quando existe patrimônio, calcular quanto custa um divórcio no cartório com bens pode ser mais complexo.
Isso ocorre porque a escritura poderá tratar da partilha de imóveis, veículos, investimentos, participações empresariais ou outros direitos.
Nesse caso, podem surgir despesas que não existiriam em um divórcio simples.
Um imóvel, por exemplo, poderá exigir posteriormente providências no Registro de Imóveis.
A escritura pública de divórcio é título hábil para registros relacionados aos bens e direitos envolvidos, conforme estabelece a regulamentação do CNJ.
Além disso, a maneira como o patrimônio é dividido pode gerar consequências tributárias.
Por isso, antes de assinar o acordo, é importante que o advogado analise não apenas o valor dos bens, mas também como a divisão será realizada.
Divórcio no cartório precisa de advogado?
Sim.
Mesmo sendo realizado fora do Poder Judiciário, o divórcio extrajudicial exige assistência jurídica.
A Resolução nº 35 do CNJ determina a presença de advogado ou defensor público na lavratura da escritura. O nome e o registro profissional devem constar no ato.
O Código de Processo Civil também estabelece que o tabelião somente lavrará a escritura se os interessados estiverem assistidos por advogado ou defensor público.
Isso significa que não é suficiente o casal comparecer sozinho ao tabelionato e pedir a escritura.
Pode ser o mesmo advogado para o casal?
Quando existe consenso, o casal pode ser assistido pelo mesmo advogado.
O CNJ explica que é possível ter um profissional para ambos ou um advogado para cada cônjuge.
Essa possibilidade pode reduzir despesas em um divórcio realmente consensual.
Entretanto, se houver interesses conflitantes, cada pessoa pode buscar sua própria assistência jurídica.
Quanto um advogado cobra para divórcio no cartório?
Os honorários do advogado não estão incluídos automaticamente nos emolumentos do cartório.
O valor depende do profissional contratado, da complexidade do caso, da existência de patrimônio, do trabalho necessário para elaborar o acordo e de outros fatores.
Também existem tabelas de honorários das seccionais da Ordem dos Advogados do Brasil que servem como referência profissional.
Por isso, não existe um preço nacional obrigatório para advogado de divórcio extrajudicial.
Um divórcio simples, sem bens e sem conflitos, tende a demandar menos trabalho do que uma separação envolvendo imóveis, empresas, investimentos, dívidas e questões tributárias.
[Veja também: advogado para divórcio valor]
Precisa de dois advogados para divórcio no cartório?
Não necessariamente.
Se os dois cônjuges estão de acordo, um único advogado pode prestar assistência ao casal no procedimento extrajudicial.
Também é possível que cada pessoa tenha seu próprio profissional.
A escolha dependerá das circunstâncias.
Quando o patrimônio é complexo ou existem interesses significativamente diferentes, contar com profissionais separados pode ser adequado para que cada parte receba orientação independente.
O que não é possível é realizar a escritura de divórcio sem a assistência jurídica exigida.
Quem não tem dinheiro pode fazer divórcio no cartório de graça?
Existem regras de gratuidade para o divórcio extrajudicial.
A Resolução nº 35/2007 do CNJ estabelece que a gratuidade compreende as escrituras de divórcio consensual e que, para obtê-la, basta a declaração dos interessados de que não possuem condições de arcar com os emolumentos, nos termos da regulamentação.
O próprio CNJ já reafirmou a gratuidade do divórcio consensual extrajudicial para quem se enquadra nas condições previstas.
Além disso, quem não possui condições econômicas para contratar advogado pode buscar assistência da Defensoria Pública, quando disponível.
Portanto, falta de recursos financeiros não significa necessariamente que a pessoa ficará impedida de formalizar o divórcio.
Quem pode fazer divórcio no cartório?
Tradicionalmente, o divórcio extrajudicial é associado aos casos consensuais.
O Código de Processo Civil prevê expressamente a realização do divórcio consensual por escritura pública, observados os requisitos legais.
Entretanto, é importante ter cuidado com informações antigas sobre filhos menores.
Desde 2024, a Resolução nº 571 do CNJ ampliou as possibilidades do procedimento extrajudicial. A regulamentação atual permite a escritura consensual de divórcio mesmo havendo filhos menores ou incapazes, desde que as questões relativas à guarda, convivência e alimentos já tenham sido previamente resolvidas judicialmente e isso seja comprovado.
Essa alteração é importante porque muitos conteúdos antigos ainda afirmam categoricamente que “quem tem filho menor nunca pode se divorciar no cartório”.
Atualmente, essa afirmação está desatualizada.
É possível divorciar no cartório tendo filhos menores?
Sim, em determinadas condições.
Após as mudanças promovidas pelo CNJ em 2024, a existência de filhos menores ou incapazes não impede automaticamente a escritura extrajudicial.
As questões relacionadas à guarda, convivência familiar e alimentos precisam estar previamente resolvidas judicialmente, observadas as regras estabelecidas pelo Conselho Nacional de Justiça.
Portanto, o simples fato de o casal possuir uma criança não significa necessariamente que todo o divórcio precisará tramitar judicialmente.
Contudo, quando existe conflito envolvendo guarda, pensão, convivência ou a própria separação, a situação é diferente e poderá exigir atuação judicial.
[Veja também: divórcio com filhos menores]
Quais documentos são necessários para divórcio no cartório?
Os documentos exatos devem ser confirmados no tabelionato escolhido.
Em geral, podem ser solicitados documentos de identificação dos cônjuges, CPF, certidão de casamento atualizada e documentos relacionados aos bens que serão partilhados.
Quando existe pacto antenupcial, também poderá ser necessária a documentação correspondente.
O CNJ cita, entre os documentos relevantes, identidade, CPF, certidão de casamento, pacto antenupcial quando houver e documentos que comprovem a titularidade dos bens.
Dependendo do patrimônio, outros documentos e certidões poderão ser exigidos.
Por isso, vale solicitar previamente ao cartório a lista completa antes de reunir a documentação.
Onde é feito o divórcio extrajudicial?
O procedimento é formalizado por escritura pública em Tabelionato de Notas.
Uma vantagem importante é a liberdade de escolha do tabelião.
A Resolução nº 35 do CNJ determina expressamente que a escolha é livre e não segue as regras de competência territorial aplicáveis aos processos judiciais.
Assim, o casal não precisa necessariamente utilizar o cartório onde realizou o casamento.
Depois da escritura, porém, é necessário providenciar sua averbação no Registro Civil correspondente ao casamento para atualizar o estado civil.
Precisa ir ao mesmo cartório onde casou?
Não para lavrar a escritura de divórcio.
O casal pode escolher o Tabelionato de Notas conforme as regras do CNJ.
Posteriormente, a escritura deverá produzir os efeitos registrais necessários, incluindo a averbação do divórcio no registro de casamento.
Essa distinção é importante porque existem dois tipos de serventia envolvidos com funções diferentes.
O Tabelionato de Notas lavra a escritura pública de divórcio.
O Registro Civil mantém o registro do casamento e realiza a respectiva averbação.
Quanto custa averbar o divórcio no cartório?
A averbação do divórcio também possui emolumentos conforme a tabela aplicável ao Registro Civil.
Por isso, esse custo deve ser considerado separadamente ao fazer o orçamento.
Depois que o divórcio é formalizado, a alteração precisa constar no registro de casamento.
A partir dessa averbação, é possível obter certidão atualizada contendo a informação de que o casamento foi dissolvido.
Os valores novamente variam conforme o estado e a tabela vigente.
Tem imposto no divórcio em cartório?
O divórcio em si não deve ser confundido com a tributação eventualmente relacionada à partilha patrimonial.
Quando cada cônjuge recebe patrimônio correspondente à sua meação, a situação pode ser diferente daquela em que uma pessoa transfere gratuitamente parte que excede sua parcela para a outra.
Dependendo da estrutura da divisão, podem surgir questões envolvendo ITCMD ou ITBI, conforme a natureza da transferência e a legislação tributária aplicável.
Esse é um dos motivos pelos quais um divórcio com patrimônio relevante deve receber análise jurídica cuidadosa.
Uma divisão aparentemente simples pode produzir efeitos tributários que aumentam significativamente o custo total da operação.
Divórcio sem partilha de bens fica mais barato?
Em muitos casos, sim, porque reduz a quantidade de atos relacionados ao patrimônio.
Além disso, o Código de Processo Civil permite que o divórcio seja realizado mesmo que a partilha dos bens fique para depois. O artigo 731 prevê expressamente que, se os cônjuges não chegarem a acordo sobre a partilha, ela poderá ser realizada posteriormente.
Isso não significa que adiar a partilha seja sempre a melhor estratégia.
Existem consequências patrimoniais, registrais e práticas que devem ser analisadas.
Porém, é juridicamente importante saber que o fim do casamento não precisa necessariamente ficar condicionado à conclusão imediata de toda a divisão patrimonial.
Quanto tempo demora um divórcio no cartório?
Uma das principais vantagens do procedimento extrajudicial é a rapidez.
Como não existe um processo judicial tradicional aguardando decisões e movimentações, a escritura pode ser preparada em prazo relativamente curto quando toda a documentação está correta e existe consenso.
Não há, porém, garantia nacional de que qualquer divórcio será concluído no mesmo dia.
O prazo dependerá do tabelionato, da documentação, da complexidade da partilha e das providências necessárias.
Depois da escritura, ainda será necessário realizar a averbação no Registro Civil.
Divórcio no cartório sai na hora?
Pode ser rápido, mas não é correto garantir que todo divórcio no cartório sai na hora.
O tabelionato precisa conferir os documentos, analisar a minuta e verificar o cumprimento dos requisitos.
Se houver bens, também poderá ser necessário analisar documentos patrimoniais e questões relacionadas à partilha.
Quanto mais simples for a situação e mais organizada estiver a documentação, maior tende a ser a facilidade de conclusão.
Por isso, antes de comparecer ao cartório, vale solicitar a lista de documentos e enviar as informações necessárias conforme as orientações da serventia.
Divórcio online custa mais barato?
Atualmente, diversos atos notariais podem ser praticados eletronicamente dentro da estrutura do e-Notariado, observadas as normas aplicáveis.
Entretanto, fazer o procedimento eletronicamente não significa necessariamente que os emolumentos deixarão de existir ou que o divórcio ficará automaticamente mais barato.
O principal benefício está na possibilidade de realizar etapas remotamente, reduzindo deslocamentos.
Os custos precisam ser confirmados com o tabelionato responsável pelo ato.
Divórcio no cartório ou na Justiça: qual é mais barato?
Não existe uma resposta universal.
Um divórcio consensual simples realizado extrajudicialmente tende a envolver menos etapas do que um processo litigioso.
Porém, o custo final depende de honorários advocatícios, patrimônio, taxas, gratuidade e características específicas.
Também existem situações em que a via judicial pode contar com gratuidade de justiça.
Por isso, a comparação não deve considerar apenas o preço da escritura.
O mais adequado é analisar se existe consenso, quais questões precisam ser resolvidas e quais despesas estarão envolvidas em cada alternativa.
Como calcular quanto vou gastar no divórcio?
Uma maneira prática é separar o orçamento em categorias.
Primeiro, consulte o valor da escritura de divórcio no Tabelionato de Notas escolhido.
Depois, peça ao advogado o orçamento dos honorários profissionais.
Verifique também o custo da certidão de casamento atualizada e da posterior averbação.
Se houver patrimônio, acrescente as despesas relacionadas aos registros e transferências dos bens.
Finalmente, confirme com o advogado se a forma de partilha gera algum tributo.
Assim, o custo pode ser pensado aproximadamente como:
escritura + advogado + certidões + averbação + registros dos bens + eventuais tributos.
Essa fórmula é mais útil do que procurar um único “preço do divórcio”, porque mostra onde efetivamente surgem as despesas.
Exemplo de custo de um divórcio no cartório
Imagine um casal que concorda integralmente com o divórcio e não possui patrimônio para dividir.
Nesse caso, poderá haver despesas com a escritura, advogado, certidão atualizada e averbação.
Agora imagine outro casal que possui dois imóveis, veículos e investimentos.
Embora ambos estejam fazendo um divórcio consensual, o segundo caso exigirá uma análise patrimonial muito maior e poderá envolver registros, transferências e questões tributárias.
Por isso, perguntar apenas “quanto custa o cartório?” não revela necessariamente quanto custará todo o divórcio.
Como saber o valor exato antes de fazer o divórcio?
Para chegar a um orçamento mais preciso, separe as informações sobre o casamento e o patrimônio e consulte o Tabelionato de Notas.
Informe se existem bens e quais serão partilhados.
Também solicite ao advogado uma estimativa dos honorários e das demais despesas previstas.
Se houver imóveis, empresas, investimentos ou divisão patrimonial desigual, peça que sejam avaliadas também as possíveis consequências tributárias.
Dessa maneira, o casal conhece os principais custos antes de formalizar a escritura e reduz a chance de descobrir despesas adicionais no meio do procedimento.
Conclusão
Para saber quanto custa um divórcio no cartório, é necessário considerar mais do que o preço da escritura. Não existe um valor nacional único, pois os emolumentos variam conforme o estado e as características do procedimento.
Um divórcio consensual sem bens tende a ser mais simples. Quando existe patrimônio, podem surgir custos adicionais com partilha, registros, transferências e eventualmente tributos.
Também é obrigatório contar com advogado ou defensor público, mesmo que todo o procedimento seja realizado no cartório. Por outro lado, a legislação e a regulamentação do CNJ preveem gratuidade dos emolumentos para quem não possui condições de arcar com eles, observados os requisitos aplicáveis.
Portanto, para obter um valor realmente confiável, consulte a tabela vigente do estado e peça orçamento ao Tabelionato de Notas escolhido. Informe também se existem bens para partilhar, pois esse fator pode modificar significativamente o custo final.
Fontes
Conselho Nacional de Justiça (CNJ) — Resolução nº 35/2007, que regulamenta divórcio, partilha e outros atos consensuais pela via extrajudicial.
Conselho Nacional de Justiça (CNJ) — Resolução nº 571/2024, que atualizou as regras dos atos extrajudiciais, inclusive em situações envolvendo filhos menores ou incapazes.
Presidência da República — Código de Processo Civil, Lei nº 13.105/2015, especialmente os artigos 731 a 733.
Conselho Nacional de Justiça (CNJ) — orientações sobre divórcio consensual extrajudicial, assistência obrigatória de advogado e gratuidade.
“`htmlInglês prático para o mercado de trabalho
Aprenda Inglês para o Trabalho e se comunique com confiança
Um treinamento prático para quem precisa usar inglês no ambiente profissional. Aprenda a se comunicar em situações reais do trabalho e prepare-se para novas oportunidades na carreira.
- Aprenda a escrever, responder e trocar e-mails profissionais em inglês
- Prepare-se para entrevistas de emprego e processos seletivos em inglês
- Pratique inglês para ligações, reuniões, documentos e situações reais do trabalho






Deixe um comentário